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Buenos Aires, 1953. Witold Gombrowicz, polaco exilado cuja consagração era ainda uma miragem, escrevia as primeiras linhas — talvez das mais memoráveis em toda a literatura — deste Diário inclassificável, que só a sua morte interromperia em 1969.Destinadas aos leitores polacos da revista Kultura em Paris, estas crónicas estralejantes sobre uma miríade de temas, em que «cada palavra é escrita contra a corrente» e pura dinamite que rebenta com estrondo ideias feitas, converter-se-iam na magnum opus do autor.Neste segundo e derradeiro volume do Diário, depois de vinte e quatro anos na Argentina, o autor regressa à Europa - a Berlim, a convite da Fundação Ford, aos círculos literários de Paris e a Vence, onde se fixaria definitivamente com a futura mulher, Rita.O iconoclasta e subversor inveterado converte agora o Velho Mundo no seu palco e terá de lidar com os assomos da consagração, dos prémios e das honrarias. Proibido pelo regime comunista na Polónia, Diário circulou clandestinamente e apenas em 1989 foi publicado sem os cortes da censura.

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Journal, Witold Marian Gombrowicz, Dominique Autrand, Christophe Jezewski, Allan Kosko

Sprache
Erscheinungsdatum
1995
Einband
(Paperback)
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Titel
Journal
Untertitel
Tome 2, 1959-1969
Sprache
Französisch
Verlag
Folio
Erscheinungsdatum
1995
Einband
Paperback
Seitenzahl
624
ISBN10
2070389316
ISBN13
9782070389315
Reihe
Beschreibung
Buenos Aires, 1953. Witold Gombrowicz, polaco exilado cuja consagração era ainda uma miragem, escrevia as primeiras linhas — talvez das mais memoráveis em toda a literatura — deste Diário inclassificável, que só a sua morte interromperia em 1969.Destinadas aos leitores polacos da revista Kultura em Paris, estas crónicas estralejantes sobre uma miríade de temas, em que «cada palavra é escrita contra a corrente» e pura dinamite que rebenta com estrondo ideias feitas, converter-se-iam na magnum opus do autor.Neste segundo e derradeiro volume do Diário, depois de vinte e quatro anos na Argentina, o autor regressa à Europa - a Berlim, a convite da Fundação Ford, aos círculos literários de Paris e a Vence, onde se fixaria definitivamente com a futura mulher, Rita.O iconoclasta e subversor inveterado converte agora o Velho Mundo no seu palco e terá de lidar com os assomos da consagração, dos prémios e das honrarias. Proibido pelo regime comunista na Polónia, Diário circulou clandestinamente e apenas em 1989 foi publicado sem os cortes da censura.