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- 392 Seiten
- 14 Lesestunden
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A Travessia da Terra Vermelha – Uma saga dos refugiados judeus no Brasil narra a história das famílias judias e cristãs que fundaram Rolândia. O autor entrevistou quase todos os descendentes dos pioneiros no Brasil e na Alemanha. Na época, Rolândia era uma selva, e os refugiados judeus, fugindo da perseguição nazista, atravessaram o Atlântico e chegaram ao Paraná, onde encontraram alemães nazistas na floresta. O livro inclui fotos de festas nazistas em homenagem a Hitler, evidenciando o contraste entre as bandeiras e a natureza brasileira. Os refugiados, que eram médicos, físicos, artistas e professores, abandonaram suas vidas confortáveis na Alemanha para cultivar mandioca e criar porcos. Com a ajuda de um ex-deputado católico, conseguiram retirar parte de seus bens e comprar terras no Brasil antes do início da matança. O livro retrata as dificuldades enfrentadas, como doenças, preconceito e a saudade dos que ficaram para trás. As notícias da guerra chegavam a eles por um único rádio, permitido pela polícia política. O autor dedicou quatro anos a essa pesquisa, coletando diários, fotografias e gravando entrevistas, resultando em uma obra que mescla ficção e realidade, revelando as complexidades da identidade coletiva e os preconceitos da época.
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A travessia da terra vermelha, Lucius de Mello
- Sprache
- Erscheinungsdatum
- 2007
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- (Paperback)
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- Titel
- A travessia da terra vermelha
- Untertitel
- Uma saga dos refugiados Judeus no Brasil
- Sprache
- Portugiesisch
- Autor*innen
- Lucius de Mello
- Verlag
- Novo Século
- Erscheinungsdatum
- 2007
- Einband
- Paperback
- Seitenzahl
- 392
- ISBN10
- 8576791080
- ISBN13
- 9788576791089
- Reihe
- Schlagwörter
- Sachbücher, Sozialwissenschaften, Historisches Thema, Wahre Geschichten, Biografien, Autobiografien & Memoiren, Politik, Jüdische Literatur
- Bewertung
- 3 von 5 Sternen
- Beschreibung
- A Travessia da Terra Vermelha – Uma saga dos refugiados judeus no Brasil narra a história das famílias judias e cristãs que fundaram Rolândia. O autor entrevistou quase todos os descendentes dos pioneiros no Brasil e na Alemanha. Na época, Rolândia era uma selva, e os refugiados judeus, fugindo da perseguição nazista, atravessaram o Atlântico e chegaram ao Paraná, onde encontraram alemães nazistas na floresta. O livro inclui fotos de festas nazistas em homenagem a Hitler, evidenciando o contraste entre as bandeiras e a natureza brasileira. Os refugiados, que eram médicos, físicos, artistas e professores, abandonaram suas vidas confortáveis na Alemanha para cultivar mandioca e criar porcos. Com a ajuda de um ex-deputado católico, conseguiram retirar parte de seus bens e comprar terras no Brasil antes do início da matança. O livro retrata as dificuldades enfrentadas, como doenças, preconceito e a saudade dos que ficaram para trás. As notícias da guerra chegavam a eles por um único rádio, permitido pela polícia política. O autor dedicou quatro anos a essa pesquisa, coletando diários, fotografias e gravando entrevistas, resultando em uma obra que mescla ficção e realidade, revelando as complexidades da identidade coletiva e os preconceitos da época.


