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- 195 Seiten
- 7 Lesestunden
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Cándido Expulso a pontapé do castelo em que vivia, o ingénuo Cándido tem de enfrentar as piores aventuras em todos os continentes, mas, fiel ao seu mestre, mantém a certeza de que, no final, as coisas acabariam bem. A obra que celebrizou Voltaire como pensador enaltece os valores do espírito e da razão. O Ingénuo A personagem do Ingénuo é o contraponto do homem como produto acabado da civilização, lapidado, socializado. É o minério ou pedra preciosa em bruto, por trabalhar, uma figura arquetípica, a representar o homem como produto da natureza à semelhança do "bom selvagem" de Jean-Jacques Rousseau. O Ingénuo de Voltaire diz sempre o que pensa e pensa sempre o que diz, sobre todo e qualquer assunto seja ele sobre a religião, o amor, o casamento, a política e (ou) a progressiva desumanização do aparelho do Estado e das regras que norteiam a conduta dentro da sociedade civil.
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Cándido, Voltaire
- Sprache
- Erscheinungsdatum
- 1990
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- (Hardcover)
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- Titel
- Cándido
- Untertitel
- El ingenuo
- Sprache
- Spanisch
- Autor*innen
- Voltaire
- Erscheinungsdatum
- 1990
- Einband
- Hardcover
- Seitenzahl
- 195
- ISBN10
- 8474612519
- ISBN13
- 9788474612516
- Reihe
- Schlagwörter
- Belletristik, Historisches Thema, Weltliteratur, Philosophisches Thema, Klassiker, Gesellschaftskritik, Literatur und Politik
- Bewertung
- 3,6 von 5 Sternen
- Beschreibung
- Cándido Expulso a pontapé do castelo em que vivia, o ingénuo Cándido tem de enfrentar as piores aventuras em todos os continentes, mas, fiel ao seu mestre, mantém a certeza de que, no final, as coisas acabariam bem. A obra que celebrizou Voltaire como pensador enaltece os valores do espírito e da razão. O Ingénuo A personagem do Ingénuo é o contraponto do homem como produto acabado da civilização, lapidado, socializado. É o minério ou pedra preciosa em bruto, por trabalhar, uma figura arquetípica, a representar o homem como produto da natureza à semelhança do "bom selvagem" de Jean-Jacques Rousseau. O Ingénuo de Voltaire diz sempre o que pensa e pensa sempre o que diz, sobre todo e qualquer assunto seja ele sobre a religião, o amor, o casamento, a política e (ou) a progressiva desumanização do aparelho do Estado e das regras que norteiam a conduta dentro da sociedade civil.


