Das Buch ist derzeit nicht auf Lager

Reihen
Parameter
- 175 Seiten
- 7 Lesestunden
Mehr zum Buch
A narrativa de 'Sem Destino' difere de tudo o que já se escreveu sobre o Holocausto. Imre Kertész nos toma pela mão e nos faz acompanhar os dias de um menino de quinze anos, o momento de sua deportação e viagem ao inferno de Auschwitz e Buchenwald. Caminhamos lado a lado, passo a passo com esse menino, da inocência ao desespero. Seguimos seu olhar, partilhamos seus pensamentos à medida que ele se transforma num espectro exaurido, vazio esfomeado que se arrasta em sapatos enlameados em meio à multidão de prisioneiros torturados não só pelo corpo despedaçado, mas pelo tédio infinito ante um futuro inexistente.
Buchkauf
Sem destino, Imre Kertész
- Sprache
- Erscheinungsdatum
- 2003
- product-detail.submit-box.info.binding
- (Paperback)
Wir benachrichtigen dich per E-Mail.
Hier könnte deine Bewertung stehen.
- Titel
- Sem destino
- Sprache
- Portugiesisch
- Autor*innen
- Imre Kertész
- Verlag
- Ed. Planeta do Brasil
- Erscheinungsdatum
- 2003
- Einband
- Paperback
- Seitenzahl
- 175
- ISBN10
- 8574795739
- ISBN13
- 9788574795737
- Reihe
- Der Holocaust
- Schlagwörter
- Belletristik, Historisches Thema, Historische Romane, Kriege, Zweiter Weltkrieg, Tod, Juden, Holocaust, Nazismus, Überleben, Nobelpreis, Autobiografische Romane, Konzentrationslager, Ungarn, Ungarische Literatur, Judenverfolgung, Budapest, Mitteleuropäische Literatur
- Erstveröffentlichung
- 1975
- Originaltitel
- Sorstalanság
- Bewertung
- 4,1 von 5 Sternen
- Beschreibung
- A narrativa de 'Sem Destino' difere de tudo o que já se escreveu sobre o Holocausto. Imre Kertész nos toma pela mão e nos faz acompanhar os dias de um menino de quinze anos, o momento de sua deportação e viagem ao inferno de Auschwitz e Buchenwald. Caminhamos lado a lado, passo a passo com esse menino, da inocência ao desespero. Seguimos seu olhar, partilhamos seus pensamentos à medida que ele se transforma num espectro exaurido, vazio esfomeado que se arrasta em sapatos enlameados em meio à multidão de prisioneiros torturados não só pelo corpo despedaçado, mas pelo tédio infinito ante um futuro inexistente.
